Não creio que seja, de todo, possível exprimir por palavras os sentimentos que nos invadem quando perdemos um ente querido. Sim era mesmo um ente querido pois era o nosso Sobrinho Peludo. Gosto de recordar os que amo nos seus momentos felizes e por esse motivo quando penso no Black só me vem á ideia o pobre, ainda jovem (e por esse motivo inexperiente como todos os jovens) a correr no corredor e travando apressadamente só conseguia parar quando batia na porta da rua, todos riamos e ele parecendo entender-nos ( ao invés de amuar ) repetia a cena.
Com saudade dos tios Ciso e Sandra
E com as lágrimas sentidas do primo Bruno.
Black
Em Lagos, na Meia Praia com o nariz cheio de areia
Hoje deixaste-nos...
Tiveste de partir... é assim a impermanência das nossas efémeras existências.
Não consegui deixar de ficar triste com a tua ida mas estou ainda mais feliz por teres acontecido.
Por ter partihado, durante quinze anos, a tua comapnhia.
Sempre te disse que eras o melhor cão do mundo.
Matenho a afirmação.
Saudades de alguém a quem deste muito e que espera ter correspondido.
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