Black

Black
Em Lagos, na Meia Praia com o nariz cheio de areia

Hoje deixaste-nos...

Tiveste de partir... é assim a impermanência das nossas efémeras existências. Não consegui deixar de ficar triste com a tua ida mas estou ainda mais feliz por teres acontecido. Por ter partihado, durante quinze anos, a tua comapnhia. Sempre te disse que eras o melhor cão do mundo. Matenho a afirmação. Saudades de alguém a quem deste muito e que espera ter correspondido.

Thursday, March 8, 2007

Obrigado primo...

Bonito, conheci o velho BLACK em 1995, ano em que coincidentemente também nos deixou um companheirão, o Sr. Antonio, vosso tio e meu sogro e de todos nós um bom e saudoso amigo, naquele ano em que juntamente com os tios Orlando/Hortense demos aquela volta pela Europa.
Ao longo desses quase 12 anos não via o "bom crioulo o velho negrão" para usar uma terminologia mais brasileira, hiato apenas interrompido agora em janeiro de 2007 quando fomos recebidos (minha mulher e eu) na casa do Orlando, ocasião em que nos deliciamos com umas lulas recheiadas a Orlando Zé Uhnnnnnnnnnnnn!!!! nada sobrando ao homenageado de vez que como dizemos por cá, as lulas estavam que nem os cachorros comiam, claro que porque não sobra. Nem nos tocamos que o BLACK não era simplesmente um cachorro, como preferimos falar ou um cão, isso porque até aquela ocasião não haviamos lido o texto escrito pelo Zé que com sua argúcia logo disso se apercebeu.
Ok! velho black... negrão, você deixa uma lacuna um vazio para os que o conheceram, mas muito mais você constitue uma perda para o seu parceirão, nosso bom primo e amigo dileto Orlando Zé cujo coração cabe nàquele peito por obra divina, coisa que a ciência não explica, tal as suas dimensões.
Amigo Orlando, meu melhor abraço e até breve. No Brasil creio eu.

Martiniano Bezerra

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